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Sementeira Homilética baseada no livro:
TIAGO

QUERENDO SER DEUS

Porque a ira humana não produz a justiça de Deus.

Tiago 1.20

 

Sempre haverá pessoas que tentam manipular Deus, desejando tratá-lo como um fantoche em suas mãos, como se Ele existisse para cumprir seus caprichos. A ira e o ódio são sentimentos humanos perniciosos; impulsivos e cegos, geram o desejo de ferir quem feriu, de retribuir o mal com o mal, movendo o homem pela carne e não pelo Espírito. Um ego ferido e o orgulho inflamado são suficientes para levar alguém a tentar o impossível: subverter a justiça divina, questionar a soberania e exigir que Deus se curve aos seus desejos. Jonathan Edwards afirma: “Ira apressada é sinal de fraqueza, não de força; Deus não realiza Sua obra pelas paixões humanas, mas pelo Seu Espírito.” A ira, além de não mover a mão de Deus, quando guardada torna-se alimento para o diabo, fortalecendo sua influência sobre o coração e abrindo portas para o mal. Por isso Paulo alerta: “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, e não deis lugar ao diabo” (Ef 4.26–27). Pergunte a si mesmo: você se ira com facilidade? Seu temperamento está sob o controle do Espírito Santo? O mago e o feiticeiro tentam manipular forças espirituais para realizar sua vontade, especialmente quando irados; mas o cristão é chamado a render sua vontade ao Senhor, confiando na justiça perfeita de Deus. John Stott acrescenta: “A ira humana raramente serve a Deus; ela mais destrói do que transforma.” A ira gera quatro efeitos devastadores no homem: cegueira espiritual — obscurece o discernimento e impede ouvir Deus; acesso ao inimigo — abre espaço para Satanás agir; rupturas — destrói relacionamentos e divide corações; injustiça — conduz a decisões precipitadas e pecaminosas. Senhor, que eu viva atento à tua recomendação: “Deixe a ira, abandone o furor; não se irrite; isso só leva ao mal” (Sl 37.8 — NAA). Amém.

 

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ELP

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