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Sementeira Homilética baseada no livro:
SALMOS

SÓ OS MORTOS NÃO LOUVAM

Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos.”

Salmo 19.1

 

Há uma frase, uma expressão teológica, que diz: tudo é espiritual. As coisas criadas exibem as marcas das mãos do Criador. Nestes dias, com o telescópio James Webb, podemos concluir que a imensidão do cosmos criado vai muito além do que os cientistas pensavam, e a conclusão lógica é que o Criador nunca será menor que a Sua criação. Paulo usa a teologia natural em Romanos para explicitar uma verdade bíblica e teológica ao afirmar: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde a criação do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas; tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Romanos 1:20). As coisas inanimadas louvam a Deus pela sua existência; o homem, pela sua obediência. Charles Spurgeon declara: “A criação é o púlpito silencioso de Deus, pregando dia e noite sobre a Sua glória.” Você tem visto gente na igreja que não abre a boca? Não louva, não ora, não adora, mas critica? Pedras clamam, rios batem palmas, árvores cantam, mares rugem, montes dançam, ventos obedecem — e muitos homens permanecem em silêncio. A Bíblia diz: “Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem ao silêncio.” É nesse contexto que Jonathan Edwards faz uma sublime declaração: “Toda a criação reflete a glória de Deus, mas muitos corações permanecem fechados a ela.” Muitos, tendo vida, agem como se estivessem mortos, como se não pertencessem à criação do Eterno, como se o seu propósito de existência não fosse glorificar o seu Criador. No Salmos 66:4 encontramos a expressão: “Toda a terra te adorará.” “Tudo o que tem fôlego louve ao Senhor.” Senhor, ajuda-nos para que, enquanto tenhamos fôlego, possamos exercer o privilégio de sermos adoradores na Tua presença, pois só os mortos não louvam. Amém.

 

 

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ELP

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