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Sementeira Homilética baseada no livro:
JEREMIAS

NÃO OREM MAIS!

“O Senhor me disse: ‘Mesmo que Moisés e Samuel viessem falar comigo em favor desse povo, eu não os atenderia. Mande-os embora da minha presença.”

Jeremias 15.1

 

É de causar espanto quando a Palavra revela que dois dos mais poderosos intercessores nada poderiam fazer por Israel. Deus disse: “Eu não os atenderia.” O processo já chegou em nível de sentença. Nem mesmo Moisés e Samuel poderiam mudar a sentença, porque o povo já havia rejeitado repetidas vezes a Palavra divina. Durante décadas, o Senhor enviou profetas para advertir Israel, mas eles persistiram na idolatria, na injustiça e na hipocrisia religiosa, confiando no templo enquanto viviam em desobediência. Diante de tamanha rebeldia contínua e consciente, Deus suspendeu a intercessão e decretou o juízo. Há um momento em que a misericórdia cede lugar à disciplina, não por fraqueza divina, mas por justiça. Charles Spurgeon declara: “Há momentos em que Deus diz: ‘Não mais’. Não porque a oração seja fraca, mas porque o pecado se tornou forte demais.” Por três vezes Deus disse a Jeremias: “Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor ou oração, nem me importunes, porque eu não te ouvirei.” Você já pensou nas perdas que o pecado traz? Agora, o que perderia Israel indo pro exílio quando tudo foi feito para se evitar? 1. Perda do Templo; 2. Perda da Terra Prometida; 3. Perda da Autonomia Nacional; 4. Perda da Identidade Nacional; 5. Trauma emocional e psicológico; 6. Perda do senso visível do favor de Deus. São incomensuráveis as perdas! Aprendo deste texto em particular e da Palavra em geral, uma preciosa lição: quando Deus quer punir, NINGUÉM pode livrar; mas, quando quer abençoar, NINGUÉM pode impedir. Senhor, que nunca o nosso coração seja endurecido pelo pecado a ponto de não mais haver restauração, mas apenas juízo. Amém.

 

 

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ELP

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