
“No meio da rua principal da cidade, de cada lado do rio estava a árvore da vida, que dá doze colheitas, produzindo frutos todos os meses. As folhas da árvore servem para a cura das nações”.
Apocalipse 22.2
A Bíblia começa com a árvore do conhecimento do bem e do mal e termina com a árvore da vida, numa demonstração incontestável de que, no fim, o bem prevalece sobre o mal. Apocalipse significa revelação e, embora seja um livro cheio de símbolos, alegorias, enigmas e hipérboles, é ao mesmo tempo uma prova clara da incapacidade da linguagem humana de descrever o indescritível. João contemplou a eternidade antes de morrer e sua visão nos consola com a verdade de que, no final, o bem triunfa sobre o mal. John Stott afirmou: “A história não é um círculo vicioso, mas uma linha reta que caminha para a vitória final de Cristo sobre o mal.” O crente em Cristo encontra nesse testemunho das Escrituras os fundamentos de uma fé otimista em relação ao futuro, pois tudo está sob o controle do eterno Deus e de Seu Filho. E quanto a você? Qual tem sido a sua perspectiva de futuro? Você tem olhado para a eternidade com esperança ou se deixado dominar pelo pessimismo do presente? A árvore da vida, que estava no Éden, ressurge no fim da história sem a presença da árvore do conhecimento do bem e do mal, testificando o desejo divino de que vivamos eternamente sem a ameaça da morte. O Apocalipse nos mostra que o mal tem poder limitado e temporário, enquanto o bem, em Cristo, é eterno e absoluto. A vitória não depende da força humana, mas da obra consumada do Cordeiro. Charles Spurgeon declarou: “A árvore da vida é Cristo mesmo, e os que vencem comerão de seus frutos eternos. Não apenas viveremos, mas viveremos da vida de Deus.” Que o Senhor fortaleça a nossa fé para que, em dias de maldade e desespero, não percamos a visão otimista concedida a João. Um dia, pela graça, andaremos na rua principal da cidade, onde nunca haverá noite, pois o próprio Deus será a nossa luz. Amém
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ELP
